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"O inglês John Locke (1632-1704) é, com o escocês David Hume, o nome maior do empirismo, a filosofia britânica por excelência, e também o fundador do liberalismo clássico. Há um nexo original entre empirismo e liberalismo. O empirismo afirma a inexistência de princípios lógicos inatos de que dependeria a ciência das coisas, denuncia como mito racionalista a interioridade do pensamento, a transcendência metafísica do espírito. Para o empirista o pensamento não é teoria, representação do ser, mas prática, experiência de relações entre os seres, uma lógica cujos princípios há sempre que inventar. Uma concepção que se prolonga numa filosofia política liberal das relações sociais, contra a sujeição destas a um Direito transcendente preestabelecido (teocracia, Poder autocrático, absolutismo. Os Dois Tratados do Governo civil, publicados de forma anónima em 1689, expõem as ideias de Locke, que inspirariam os filósofos iluministas e as revoluções americana e francesa, sobre um Estado e uma sociedade legitimados num pacto entre os homens e nos seus direitos naturais, pré-civis, iguais."