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Voltaire (1694-1778), escritor e pensador, foi uma das figuras intelectuais mais marcantes da sua época. Sem ser um filósofo como o seu contemporâneo Rousseau, destacou-se entre os maiores nomes do Iluminismo e do espírito racionalista liberal desse movimento ideológico inspirador das revoluções americana e francesa. O Tratado sobre a tolerância, título em que transparece a influência de Locke, exprime de forma exemplar esse espírito. Escrito na sequência de um processo judicial iníquo em que, sem provas de culpa, um protestante foi condenado à morte pelo alegado assassínio do próprio filho em vias de conversão ao catolicismo, o Tratado, que provocou a revisão do processo e a reabilitação póstuma do condenado, excede, do princípio ao fim, essas circunstâncias. É um libelo contra a intolerância e a superstição, contra a estupidez e a barbárie, contra todos os absolutismos, de religião ou de Estado, contra todos os fanatismos teológico-políticos. E que nada perdeu da sua actualidade, antes pelo contrário, neste tempo assombrado por novos fundamentalismos.