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“Este pequeno livro é uma uma grande declaração de guerra». Eis como Nietzsche (1844-1900) apresenta, no prólogo, este seu Crepúsculo dos ídolos. Os ídolos, antigos e novos, a que o filósofo declara guerra, e contra os quais filosofa «à martelada», são as idealidades que estruturaram o espírito ocidental e a cultura europeia e que produziram o «homem moderno», doente do espírito, doente dos valores, doente da vida, expressão de forças contranatura, de uma vida decadente. Entre esses ídolos sobressaem a razão, o «ser», a moral, o livre arbítrio, a verdade ou a «vontade da verdade» e com ela a ficção metafísica de um «mundo verdadeiro» nas suas sucessivas versões platónica, cristã, kantiana, etc., assim como os ideais de democracia e socialismo. Crepúsculo dos ídolos é uma das últimas obras, de excepcional agressividade crítica, de um grande filósofo «imoralista», e prelúdio ao seu projecto de uma «inversão de todos os valores». E um exemplo do singular estilo aforístico do autor, da sua «gaia ciência», das núpcias da filosofia e do humor, do pensamento e da alegria.