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O escândalo e a ternura da autobiografia de toda uma geração
Consumo Obrigatório é uma espécie de autobiografia de Virgilio Castelo ao som das guitarras eléctricas, com muitas peças de teatro, filmes, séries e telenovelas a ilustrá-la.
A trilogia «sexo, drogas e rock ‘n’ roll», divisa panfletária dos anos 60, chegou a Portugal com dez anos de atraso, mas os jovens da geração de 70 rapidamente se deixaram embalar no pop e no rock e depressa caíram nos mesmos paraísos e nos mesmos infernos que se tinham ouvido e vivido na década anterior pelo mundo fora.
Na funda e intensa noite das boîtes, discotecas e bares criou-se a matéria-prima das lembranças que hoje fazem vibrar as histórias deste livro de amores e aventuras, desgostos e loucuras, desvarios e ternuras.
É o escândalo ou a ternura dessas memórias, dos 13 aos 49 anos, umas mais geracionais, outras mais particulares, que Virgilio Castelo nos conta neste romance que é, afinal, a autobiografia de toda uma geração.
Um livro sobre a eterna disputa entre a escuridão do prazer e a claridade do dever.